quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Marla Míriam (Capítulo 3)
Ao primeiro ataque.
O vestido branco se mancha de vermelho.
Vermelho do sangue inocente.
Ela, contariando toda a expectativa, não cai.
Permanece firme.
Apara o sangue ccom uma das mãos; dá as costas a Diocreciano e num geste impoluto;
Atira o sangue para a amplidão dos céus e com toda força dos pulmões!!
Canta: " AVE, CHRISTUS!! MORITURA, TE SALUTO"
O Coliseu naquela tarde entrou em um silêncio de túmulo.
Os olhares voltados para Diocreciano.
A expectativa no sinal do polegar da mão direita
Os leões já de botes armados
Marla Míriam de braços erguidos, aguardava o momento cabal:
Corre a notícia e Roma inteira se alarma, "Uma jovem judia por nome Marla, acaba de derrotar Cézar"
Decepcionado?
Não.
Não acho.
Talvez com inveja;
Passa por entre a multidão, sem olhar para trás.
Desce as escadas,calado, olhar preso no chão e deixa o Coliseu.
Marla Míriam começa a louvar a Deus
Os leões famintos, grunindo e ragendo os dentos voltam às grades.
Naquele tarde;
Cristianismo um a zero
E assim
Marla Míriam entra para história
A menina do Coliseu.
Poema escrito por
(Jalon Leal)
O vestido branco se mancha de vermelho.
Vermelho do sangue inocente.
Ela, contariando toda a expectativa, não cai.
Permanece firme.
Apara o sangue ccom uma das mãos; dá as costas a Diocreciano e num geste impoluto;
Atira o sangue para a amplidão dos céus e com toda força dos pulmões!!
Canta: " AVE, CHRISTUS!! MORITURA, TE SALUTO"
O Coliseu naquela tarde entrou em um silêncio de túmulo.
Os olhares voltados para Diocreciano.
A expectativa no sinal do polegar da mão direita
Os leões já de botes armados
Marla Míriam de braços erguidos, aguardava o momento cabal:
Corre a notícia e Roma inteira se alarma, "Uma jovem judia por nome Marla, acaba de derrotar Cézar"
Decepcionado?
Não.
Não acho.
Talvez com inveja;
Passa por entre a multidão, sem olhar para trás.
Desce as escadas,calado, olhar preso no chão e deixa o Coliseu.
Marla Míriam começa a louvar a Deus
Os leões famintos, grunindo e ragendo os dentos voltam às grades.
Naquele tarde;
Cristianismo um a zero
E assim
Marla Míriam entra para história
A menina do Coliseu.
Poema escrito por
(Jalon Leal)
Marla Mírian, A Menina do Coliseu. (Capítulo 2)
Naquele domingo fatídico
Algo dieferente estava para acontecer.
Abrem-se os portões do Coliseu
E para o centro da arena
Uma jovem morena,cabelos negros,longos, soltos ao vento
Caminha com passos firmes,cadenciados e lentos.
Olhar na multidão
Procurando,talvez, as colegas de escola.
Os seios parecia querer sair do vestido barnco que cobria o corpo da quase mulher.
Olhar sereno, semblante firme, altivo e ousado.
Se assemelha a um gladiador quando se aproxima do Imperador para receber dele os louros da vitória.
Ela é Marla Míriam.
A um passo para entrar para história.
Se posiciona e espera com aquele ar de princesa. Fixa o olhar no Imperador que espera dentro em pouco ser saudado e ovacionado.
Outra vez o Coliseu em silêncio espera,mas o fim daquela, todos já sabem. Os leões sem alimentação há mais de dois dias, inquietos,rugiam.
E ao primeiro ataque, pedaços daquele corpinho subiriam pelos ares
Marla Míriam inocentemente espera.
(Capítulo 2)
Algo dieferente estava para acontecer.
Abrem-se os portões do Coliseu
E para o centro da arena
Uma jovem morena,cabelos negros,longos, soltos ao vento
Caminha com passos firmes,cadenciados e lentos.
Olhar na multidão
Procurando,talvez, as colegas de escola.
Os seios parecia querer sair do vestido barnco que cobria o corpo da quase mulher.
Olhar sereno, semblante firme, altivo e ousado.
Se assemelha a um gladiador quando se aproxima do Imperador para receber dele os louros da vitória.
Ela é Marla Míriam.
A um passo para entrar para história.
Se posiciona e espera com aquele ar de princesa. Fixa o olhar no Imperador que espera dentro em pouco ser saudado e ovacionado.
Outra vez o Coliseu em silêncio espera,mas o fim daquela, todos já sabem. Os leões sem alimentação há mais de dois dias, inquietos,rugiam.
E ao primeiro ataque, pedaços daquele corpinho subiriam pelos ares
Marla Míriam inocentemente espera.
(Capítulo 2)
Marla Mírian, A Menina do Coliseu.
Era um domingo à tarde.
As ruas empoeiradas de Roma nunca estiveram tão movimentadas.
O vai-e-vem das pessoas denunciava que algo fora do comum aconteceria
Naquela fatídica tarde de primavera.
O sol brilhante, o céu azul, as nuvens indecisas;ora querendo toldar o sol ora fugindo tocadas por um vento sinistro
Deixavam no ar um que de vazio.
E, apesar do sol brilhante;
Havia uma sensação de frio.
No Coliseu,
Diocreciano e seu séquito
Ávidos por mais um espetáculo,
Sentados com os olhares fitos,
Aguardavam o momento
Quando um dos miseráveis
Caminhava a passos lentos
Os últimos metros para a morte.
Que sorte!!
Os leões da Núbia famintos,
Impulsionados pelos gritos, o rufar dos tambores, as bandeirolas multicores
Que davam ao espétaculo sombrio, triste e saudoso; um ar de festa.
Ninguém contesta!!
É morte
É cruel
É crime
O que interessa?
É festa!!
O morimbundo se aproxima e não sabe da sorte.
Os leões avançam contra o corpo inerte e lhe rasgam as veias.
Silêencio em todo Coliseu.
O instante mais esperado: O morimbundo antes de tombar ao chão e virar presa faz uma saudação ao Cézar:
"AVE, CÉZAR!! O QUE ESTÁ A MORRER TE SAÚDA"
A platéia vai à loucura.
Diocreciano se levanta
E espera.
Espera que o Coliseu se silencie e sem uma palavra, vira o polegar da mão direita para baixo:
Pronto!!
Os leões, finalmente, avançam para o seu trabalho.
E assim dezenas e mais dezenas de vidas
Serviram de pastos às bestas feras!!
(Capítulo 1)
As ruas empoeiradas de Roma nunca estiveram tão movimentadas.
O vai-e-vem das pessoas denunciava que algo fora do comum aconteceria
Naquela fatídica tarde de primavera.
O sol brilhante, o céu azul, as nuvens indecisas;ora querendo toldar o sol ora fugindo tocadas por um vento sinistro
Deixavam no ar um que de vazio.
E, apesar do sol brilhante;
Havia uma sensação de frio.
No Coliseu,
Diocreciano e seu séquito
Ávidos por mais um espetáculo,
Sentados com os olhares fitos,
Aguardavam o momento
Quando um dos miseráveis
Caminhava a passos lentos
Os últimos metros para a morte.
Que sorte!!
Os leões da Núbia famintos,
Impulsionados pelos gritos, o rufar dos tambores, as bandeirolas multicores
Que davam ao espétaculo sombrio, triste e saudoso; um ar de festa.
Ninguém contesta!!
É morte
É cruel
É crime
O que interessa?
É festa!!
O morimbundo se aproxima e não sabe da sorte.
Os leões avançam contra o corpo inerte e lhe rasgam as veias.
Silêencio em todo Coliseu.
O instante mais esperado: O morimbundo antes de tombar ao chão e virar presa faz uma saudação ao Cézar:
"AVE, CÉZAR!! O QUE ESTÁ A MORRER TE SAÚDA"
A platéia vai à loucura.
Diocreciano se levanta
E espera.
Espera que o Coliseu se silencie e sem uma palavra, vira o polegar da mão direita para baixo:
Pronto!!
Os leões, finalmente, avançam para o seu trabalho.
E assim dezenas e mais dezenas de vidas
Serviram de pastos às bestas feras!!
(Capítulo 1)
domingo, 12 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
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